Em meio à onda de manifestações populares que clamam por democracia no Oriente Médio, alguns tentam desconstruir lutas genuínas com a justificativa de que grupos religiosos extremistas estão por trás dessas revoltas para tomar o poder.... Ora vejam só! Os Estados Unidos por anos apoiou, em todas as partes do mundo, regimes ditatoriais. Para legitimar seu posicionamento sempre usam dos argumentos mais estapafúrdios possíveis, coisas do tipo “temos que ter o controle senão os extremistas tomam o poder”. Nas década de 60/70 o inimigo era o comunista, comedor de criancinhas e aliado do capeta. Na atualidade, o inimigo é a Al’Qaida, que distorcidamente tornou-se sinônimo de mulçumano. Na realidade, por trás disso, como bem sabemos, há uma guerra por poder e dinheiro: no caso do oriente médio, a sede de controlar os poços de petróleo. Os EUA, para quem não sabe ou já se esqueceu, uniu-se a Hosni Mubarak (Egito) na sua homérica e insana guerra ao terror contra o Iraque de Saddan Hussein. Agora, com a pressão mundial, voltam atrás na postura que sustentaram durante todo esse tempo para saírem de “bons moços” na fita. Cabe a nós mantermos nossas críticas.
domingo, 27 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
O DOM DA TOLERÂNCIA
Há quem diga que escutar o próximo sem contestar é falta de personalidade. Há quem diga que calar no momento em que os ânimos estão alvoroçados é covardia. Há quem diga que perdoar uma grande ofensa é tolice. Há ainda quem diga que acreditar nas palavras de um desconhecido é ingenuidade. Mas eu, particularmente, digo que isso é tolerância.
Ser tolerante é escutar e compreender o lado do outro. Não necessariamente concordar, mas entender que existem opiniões divergentes e nem por isso significa que uma é inferior ou superior à outra.
Ser tolerante é valorizar a alegria dos outros ao traduzirem suas experiências. É ser gentil quando recebemos grosserias porque o outro esta de mal humor ou não esta num bom dia. É ser justo mesmo com aqueles que cometeram injustiças.
Ser tolerante é ser sensível às diferenças sem agredir ou sentir-se agredido. É perceber a pluralidade inerente às personalidades, estilos, idéias, prazeres e paixões de cada ser humano. É admitir que aquilo que eu não gosto também tem sua beleza, pois pôde conquistar outras pessoas.
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